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O açúcar da cana-de-açúcar é usado na culinária de todo o mundo há muitos e muitos anos. Antes dele, adoçava-se com mel. O açúcar foi uma superdescoberta, que revolucionou o comércio – o produto chegou tão longe quanto as rotas comerciais do mundo antigo permitiram.

 

Muito tempo passou até que a Ciência entendeu que, bem, açúcar é bom demais, mas tem implicações para a saúde. O Guia Alimentar para a População Brasileira lembra que os açúcares são fontes de energia, mas que "o consumo frequente e em grande quantidade de gorduras, açúcar e sal aumenta o risco de doenças como obesidade, hipertensão arterial, diabetes e doenças do coração". 

 

Dessa forma, a orientação é consumir uma porção de doce por dia, no máximo, sem ultrapassar 10% da energia total diária. "Isso significa a redução de, pelo menos, 33% (um terço) na média atual de consumo da população", informa o documento que dá diretrizes nacionais para uma alimentação saudável.

 

Enquanto o açúcar ia sendo condenado, novas opções de adoçantes foram surgindo. A gente até já fez um post sobre os tipos de açúcar disponíveis no mercado.

 

Aqui na Orgü a gente tem uma linha de doces zero açúcar. Eles são adoçados com xilitol, uma opção de baixa caloria, retirada de fibras de frutas e cogumelos, com a vantagem de ter propriedades anticariogênicas. 

 

A exceção é o minifrutas com chia. Já provou? É delicioso! E não leva senão frutas e suco, sem nenhum tipo de adoçante adicionado.

 

Nosso outros doces – doces mesmo, como pavê, mousse e brigadeiro –, levam açúcar light, que tem redução calórica. A vantagem do açúcar sobre os outros adoçantes é que ele contém, em algum nível, nutrientes. Consumindo com moderação, tá liberado – não à toa, integram os nossos kits de #DietaFeliz, afinal vêm em porções ideais para ninguém passar do ponto :)