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O intestino é um órgão complexo. Com cerca de 7 a 9 metros de comprimento, sua principal função é receber os alimentos digeridos no estômago e absorver deles, enquanto passam pelos diferentes setores do órgão, os nutrientes que o organismo precisa aproveitar, ao mesmo tempo em que produz os resíduos que serão eliminados.

 

Já ouviu falar que o intestino é conhecido como o segundo cérebro? O motivo é que ele possui o seu próprio sistema nervoso, por isso é capaz de funcionar independentemente dos comandos do cérebro. O sistema nervoso entérico é responsável por coordenar todos os processos digestivos. 

 

O intestino também é composto por neurônios e neurotransmissores, como a serotonina, por exemplo, que está relacionada com a sensação de bem-estar (entendeu por que ficamos nervosos quando estamos com fome?).

 

Mais uma curiosidade: o intestino é habitado por cerca de trilhões de micro-organismos, dentre eles bactérias, vírus e fungos – é a chamada microbiota, ou flora intestinal, que mantém a mucosa intestinal protegida contra microorganismos patogênicos, além de facilitar a digestão e produção de vitaminas e enzimas.

 

O ser humano já nasce com uma microbiota-base, que vai se desenvolvendo ao longo da vida. Porém, para garantir que todo esse sistema exista de forma harmônica, ou seja, que o número de bactérias “boas” seja superior às “ruins”, vale consumir probióticos.


Os probióticos são grupos de bactérias benéficas ao intestino, que podem ser encontradas em suplementos ou alimentos que sofreram fermentação, ou seja, multiplicação controlada de bactérias benéficas, como por exemplo o iogurte natural, o leite fermentado, kefir, kimchi (fermentado coreano de acelga), chucrute (fermentado alemão de repolho) e kombucha (chá de hibisco fermentado – disponível no cardápio da Keep Light, já conhece?).
 

Para a manutenção e desenvolvimento da microbiota intestinal, é necessário também o consumo de prebióticos.

 

Os prebióticos fazem parte do grupo dos carboidratos não digeríveis: as famosas fibras. Além das funções que já conhecemos, como a regulação do colesterol ruim (LDL) e melhora do trânsito intestinal (ir ao banheiro todos os dias), as fibras, ou prebióticos, são o alimento das bactérias da microbiota.

 

A Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de 27 a 40g de fibra/dia para indivíduos saudáveis. Os prebióticos estão em cereais integrais, grãos, sementes e oleaginosas. Alguns exemplos do nosso cardápio: salada quente multigrãos, saint peter com crispy, frango picante ao mix de pimentas e purê de banana da terra, keep nuts, mini frutas com chia e crepioca com linhaça.


No mercado de suplementos, a combinação de prebióticos e probióticos é chamada de simbióticos, recomendados para quem precisa recompor a flora intestinal após um episódio de diarreia, por exemplo.

 

Dicas do nosso nutri, Daniel Coni da Silva, para manter a saúde intestinal:
    ⁃    Opte por alimentos integrais + água: as fibras não conseguem desenvolver seu papel se não estiverem acompanhadas de bastante água;
    ⁃    Fique atento após se alimentar. Caso tenha flatulência (gases), diarreia ou desconforto abdominal, pode ser um aviso do intestino dizendo que algo não caiu bem (lembre-se de que o intestino é inteligente);
    ⁃    Leia sempre o rótulo ao comprar um alimento considerado probiótico. As bebidas lácteas NÃO possuem as mesmas propriedades do iogurte natural, já que geralmente são ultraprocessadas, ou seja, formuladas com aromas e sabores artificiais de frutas, além de excesso de açúcar;
    ⁃    O iogurte natural deve ter apenas cultura de bactérias + leite descritos no rótulo. No caso da kombucha, o ingrediente deve ser chá;
    ⁃    Para incrementar o iogurte ou o kefir, pode-se adicionar frutas, mel e granola caseira no preparo, tornando-os mais saborosos e nutritivos;
    ⁃    Cuida da alimentação, mas tem prisão de ventre? A prática de atividade física incentiva a motilidade intestinal.