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Alimentação saudável vai muito além de contar calorias. Sim, elas costumam ser a preocupação número 1 de quem precisa emagrecer. Mas se esse não é o seu caso no momento, vale saber que as prioridades do alimentar-se de maneira saudável, segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, são outras.
 
Além de priorizar alimentos in natura, seguidos dos minimamente processados e dos processados (leia este post sobre a classificação Nova), o documento oficial do Ministério da Saúde, criado em parceria com a USP, analisa como o ato de comer influencia na quantidade ingerida, nas escolhas que vão ao prato, na mastigação - fatores que têm muito a ver com uma boa alimentação, mas de que pouco se fala.
 

Leia também: Nem isso, nem aquilo: o que garante a imunidade é a variedade


Em que momentos você come com prazer e calma, e quando come rápido? Em que ambientes faz pratos mais adequados ou adquire alimentos de melhor qualidade? Durante a quarentena, se você praticou o isolamento social, comeu mais em frente ao computador ou à tevê - ou com  o celular do lado? Vale fazer uma análise dos seus hábitos diários e, em seguida, ler os trechos a seguir, retirados do Guia. 
 
Antes, fica a reflexão: a escolha do alimento orgânico, preparado sem pressa - como são os pratos da Orgânico Gourmet - é o primeiro passo para uma boa alimentação. O segundo é um convite: se for possível, experimente retirar o alimento congelado da embalagem e, depois de aquecê-lo, comer em um prato bem escolhido, em uma mesa arrumada para este momento, sem aparelhos eletrônicos ligados. Melhor ainda será se você tiver companhia à mesa. 
 
Comensalidade
Confira abaixo trechos selecionados do capítulo 4 do Guia Alimentar para a População Brasileira, sobre as circunstâncias que influenciam o aproveitamento dos alimentos.
 

"Refeições feitas em horários semelhantes todos os dias e consumidas com atenção e sem pressa favorecem a digestão dos alimentos e também evitam que se coma mais do que o necessário. Os mecanismos biológicos que regulam nosso apetite são complexos, dependem de vários estímulos e levam certo tempo até sinalizarem que já comemos o suficiente. Em outras palavras, comer de forma regular, devagar e com atenção é uma boa maneira de controlar naturalmente o quanto comemos."

 
"Quando mastigamos mais vezes os alimentos, naturalmente, aumentamos nossa concentração no ato de comer e prolongamos sua duração. Assim fazendo, também usufruímos de todo o prazer proporcionado pelos diferentes sabores e texturas dos alimentos e de suas preparações culinárias."

 
"Locais limpos, tranquilos e confortáveis ajudam a concentração no ato de comer e convidam a que se coma devagar. Nesta medida, permitem que os alimentos e as preparações culinárias sejam apreciados adequadamente e contribuem para que não comamos em excesso."

 
"Telefones celulares sobre a mesa e aparelhos de televisão ligados devem ser evitados. Também é importante evitar comer na mesa de trabalho, comer em pé ou andando ou comer dentro de carros ou de transportes públicos, embora, infelizmente, essas práticas possam ser comuns nos dias de hoje."

 
"Refeições feitas em companhia evitam que se coma rapidamente. Também favorecem ambientes de comer mais adequados, pois refeições compartilhadas demandam mesas e utensílios apropriados. Compartilhar com outra pessoa o prazer que sentimos quando apreciamos uma receita favorita redobra este prazer."