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Microplásticos no mar. Nos peixes. Na atmosfera. Depois de tantas notícias assim, os cientistas da área da saúde passaram a desconfiar, com razão, de que poderia haver microplásticos no corpo humano. E eles estavam certos.


Pesquisa após pesquisa, as suspeitas vêm se confirmando. Com uso de equipamentos de tecnologia avançada, os estudos mais recentes mostram que há minúsculas partículas aderidas ao pulmão. Elas também aparecem no intestino, na placenta (tanto do lado da mãe, quanto do bebê) e, mais recentemente, descobriu-se que elas entram na corrente sanguínea.


O polipropileno, usado em embalagens plásticas e tubulações, e o PET, das garrafas, são os tipos de plástico mais encontrados. Faz sentido, né? Afinal, eles estão por toda parte. O uso de mamadeiras de plástico, e até de máscaras feitas com o material, mostram que a contaminação é difícil de conter. 


Como elas chegam tão longe? Nós as inspiramos e ingerimos. Elas transitam pelo corpo e se alojam em diferentes lugares. 


O material é considerado cancerígeno, mas, por enquanto, não há registro de danos à saúde. Porém, a grande exposição ao material faz os cientistas afirmarem que o microplástico é onipresente, ou seja, está em todos os lugares.


Na Orgü
Não existem soluções prontas para a total substituição do plástico no nosso dia a dia. Mas é possível melhorar, sempre. 


É por isso que a gente optou, desde o início, por usar embalagens feitas de papel cartão, que recebem apenas uma fina camada de poliéster para evitar que o recipiente fique molhado e vase. 

 

E você?
O ideal é diminuir o uso do plástico tanto quanto possível no seu ambiente doméstico, priorizando desde roupas até objetos feitos de materiais naturais. 


Andar pra cima e pra baixo levando o seu próprio copo de silicone e sua garrafa e canudo de metal também são boas ações. 


Na cozinha, tanto quanto possível, troque o plástico dos recipientes e utensílios por metal, madeira, bambu e vidro.